Os sul metropolitanos também sonham com as mesmas mega operações que tenham a finalidade de acabar com a criminalidade, mas o estado já demonstrou que a força policial está mais para cobrar os impostos e elevar a arrecadação, do que cumprir com suas atribuições primordiais e constituintes.

Os números não mentem. Nos primeiros seis meses deste ano, já foram contabilizados inúmeros furtos ou roubos em residências das cidades metropolitanas. Isso representa a impressionante marca de 18 ocorrências de furtos e assaltos diários somente em 4 cidades sul metropolitanas do DF. (Valparaíso, Novo Gama, Cidade Ocidental e Luziânia)

Uma mulher que adotou a porta contra invasões comentou que era negligente em termos de segurança, até que perdeu o marido da forma mais covarde e hedionda, o latrocínio, que é o roubo seguido de morte. 

Isso nos remete as perguntas realizadas pelos sul metropolitanos que não se calam 

O governo às vezes se jacta de que temos uma das melhores economias do Brasil, mas, de que adianta, se a população não está evoluindo em conformidade com essa pujança?

Até quando Marconi vai negligenciar a situação na região com os baixíssimos efetivos da polícia Militar e civil?

Será que a política de “reconstrução” das cidades do entorno, difundidas por seus aliados do PSDB será continuada com a falta de segurança publica?

Cadê os nossos representantes da região metropolitana no parlamento federal e estadual  para cobrar e mudar esta realidade? 

 

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Negligência com a Segurança Pública Publicado em 16 de agosto de 2016

 

Para recuperar a arrecadação o governo de Goiás tem policiais de sobra, mas faltam efetivos para proteger a população.

Há alguns anos, alguns comerciantes da região metropolitana do Distrito Federal adotaram o que poderia se chamar de “encarceramento” das lojas.

Construíram grades nas portas de seus estabelecimentos para se precaver dos bandidos. Varejistas de bairro adotam o sistema até mesmo durante o dia. Já as drogarias, por exemplo, que atendem além do horário de expediente comercial, o fazem à noite. O freguês chega e faz sua compra sem passar da porta. Um funcionário o atende em uma portinhola “atrás das grades”.

Não é de hoje que a população ironiza a precariedade da segurança pública, ao afirmar que os cidadãos de bem estão encarcerados em suas casas, com cercas elétricas nos muros e grades em portas e janelas, além de câmeras de vídeo, enquanto os marginais estão livres e soltos. Mas agora a situação parece estar aumentando sua gravidade.

O governo do estado de Goiás cria mega operações para cobranças de impostos dos grandes e dos pequenos contribuintes e abandona a população em geral que perde seus entes nos assaltos diários assistindo atônita o vertiginoso crescimento da criminalidade que assola a nossa região.

Recentemente a nossa reportagem flagrou outra mega operação de policiais militares na etapa “A” de Valparaíso, mas repetida em outras cidades e regiões do entorno realizada em conjunto da Receita estadual com o objetivo de cobrar o IPVA.

É necessário criar meios de arrecadação , principalmente em tempos de crise, mas criar mega operações somente para arrecadar e deixar a população em absoluta situação de insegurança é algo que mereça um destaque da imprensa , principalmente por considerar uma atribuição garantida pela constituição , assim como a de arrecadar os sonegadores.

Veja no Link  o descaso e o abandono do Governador Marconi Perillo do PSDB, relacionado aos cuidados com a Segurança Publica de Goiás: http://g1.globo.com/goias/noticia/2016/01/mp-instaura-inquerito-para-apurar-irregularidades-no-iml-de-luziania.html