Depois de deixar as contas públicas do Estado em péssima situação, o governador Marconi Perillo (PSDB) quer repassar a fatura para o cidadão.

A melhor forma encontrada por ele foi a de privatizar as rodovias estaduais que, segundo o jornal O Popular, terão quase 900 quilômetros recheados com 15 praças de pedágio.

A história é absurda e mostra bem a falta de preocupação do tucano com a população.

Em alguns casos, a distância entre os pedágios será de apenas 60 quilômetros, o que vai encarecer e muito as viagens pelo interior.

O projeto já foi aprovado em primeira votação na Assembleia e deve ser votado novamente em 2018.

O principal defensor da privatização é o presidente da Agetop, Jayme Rincón, que afirmou na imprensa que o projeto “é bom”.

“Meu objetivo é de, no máximo, empatar com a tarifa das concessões federais e não vou abrir mão da qualidade de nosso projeto. Não pode passar, senão fica fora de nossa realidade socioeconômica”, relata ele, citando o preço de R$ 5,30 cobrado nas rodovias federais.

 

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Política  – Governo do Estado de Goiás

 

Com promessas vazias e com déficit nas contas Marconi torna se carrasco de prefeitos

Com a velha tática de não cumprir o que promete, o governador Marconi Perillo (PSDB) é o verdadeiro carrasco de cidades comandadas por prefeitos de outros partidos. O tucano prometeu R$ 35 milhões para Goiânia e R$ 3 milhões para Catalão, Rio Verde, Formosa e Goianésia, mas, até agora, ninguém viu um centavo desse dinheiro.

Como sempre, o dinheiro não veio, mas choveram discursos sobre a “atitude republicana” de Marconi de repassar recursos a prefeituras comandadas por partidos adversários. No entanto, o recurso, que deveria ser usado para melhorar a vida dos cidadãos, nunca chegou.

Em Goiânia, comandada pelo prefeito Iris Rezende (PMDB). A promessa de Marconi era repassar R$ 35 milhões para a obra de extensão da Avenida Leste-Oeste até Senador Canedo

O descaso de Marconi com os prefeitos ocorre também em Catalão, administrada por Adib Elias; Rio Verde, gerida por Paulo do Vale; Formosa, administrada por Ernesto Roller, e Goianésia, que é comandada por Renato de Castro

Para cada uma delas, o tucano prometeu R$ 3 milhões, mas não entregou um centavo sequer, em contrapartida, quer cobrar o rombo do governo dos contribuintes com a instalação de 15 praças de pedágio nas rodovias