Como, de modo geral, apenas mulheres e crianças ficam nas unidades, os pais temem pela integridade de filhos e funcionários. "Fica todo mundo amedrontado. Todo dia a gente se pergunta: será que vão entrar, será que vão levar alguma coisa, ou machucar nossos filhos?", disse a mãe de uma aluna da escola Rui Barbosa que também já sofreu ações dos bandidos.

A falta recorrente e insolúvel de segurança na região também preocupa os pais, funcionários e professores. Outro ponto abordado por professores que não querem se identificar, é que não há dados concretos sobre os assaltos, porque a Secretaria Municipal de Educação faria pressão sobre os diretores, como forma de evitar que os casos se tornem públicos.

Tentamos contato com a assessoria de imprensa da prefeitura, no entanto não obtivemos resposta. Fatos como estes demonstram a falta de sensibilidade o desrespeito e a inabilidade do governador e das autoridades locais em tratar a segurança pública da região metropolitana do DF.

Até parece que o programa “Avança Goiás” agora com nova nomenclatura, (Mais Goiás), mas parece obra de ficção do que realidade!! 

 

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Mídia Social

 

Falta de Segurança – Região Metropolitana – Publicado em 11 de agosto de 2017

Ausência de políticas de segurança pública chegam às escolas infantis na região metropolitana do DF

 Televisores, microcomputadores, aparelhos de som e de DVD. Equipamentos usados em atividades pedagógicas e na administração das unidades têm colocado os Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs) na mira de bandidos.

Sem a presença de agentes de segurança, essas escolas têm sido alvo fácil para arrombadores e assaltantes. Segundo o Sindicato dos Servidores públicos Municipais (SINDSEPEM/VAL), além de não haver uma solução para o problema recorrente, a Secretaria Municipal de Educação ainda tenta abafar os casos.

Um levantamento do sindicato aponta que, somente este ano, pelo menos cinco CMEIs sofreram arrombamentos e ou assaltos a mão armada.

O delegado de plantão, da Delegacia de Furtos e Roubos (DFR), revela o perfil dos bandidos: jovens, geralmente viciados em drogas, que visam conseguir dinheiro para comprar entorpecentes. "Na maioria dos casos, são pessoas da própria região e que conhecem o funcionamento – e, portanto, os pontos vulneráveis – das unidades", explica.

Ação

A ação dos bandidos, no entanto, começa a ganhar contornos mais violentos. Hoje foi o dia em que a escola municipal de ensino infantil (anexo) da Etapa “E”, sofreu a ação dos delinquentes pela manhã. Segundo relato dos servidores e de pais de alunos um casal de jovens adentrou a escola e empunhando uma pistola diante das crianças levaram celulares e apavoraram a comunidade escolar.